1 de maio de 2011

Ausência



Ela vai aos lugares que frequento
Está em cada sílaba do meu canto
E talvez tenha ela, o encanto
De dar sonoridade ao meu lamento

Essa ausência esparramou-se aqui dentro
Lençóis de saudade em mim, como manto;
Fizeram-me perceber o pranto
Que estava guardado em meu pensamento

Por mais que a falta me torture,
Ninguém negará a experiência que tive
Jamais se arrepende quem ama

Tenho certeza que o amor ainda vive;
Hoje tenho convicção, de que a vida me chama
O que sinto será eterno, mas por favor, não me procure.

4 comentários:

Jieli disse...

Achei lindo, Carina. E quem não tem uma ausência a chorar, talvez de alguém, talvez de um tempo que passou, de momentos, de situações. Adorei. Beijo

Maiquel Martins disse...

Essas palavras...por onde "andavas" quando escreveste as mesmas? Despertas-te a minha curiosidade, meu "potencial" de dedução. Uma composição muito mais que interessante! Te admiro!

Romantico Rebelde disse...

Fantástico Caca, adorei! Lindo de mais, perfeito! Pra mim um dos meus preferidos. Adorei, mesmoooo! Retiro o q eu disse e destaco q é o meu preferido, tenho certeza! Beijos

Gabriela disse...

Muito bom seu blog ja estou seguindo que Deus continue abençoando. fique na paz do Senhor Jesus. abraços
www.blogandodemadrugada.blogspot.com

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"Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si, com muita paciência e amor reconstrua-a. Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua criação mais valiosa. Não olhe para trás. Não olhe para os lados. Olhe somente para dentro e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição. Crie este universo agradável para si. O mundo agradecerá o seu trabalho"
Brahma Kumaris

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